SOBRE A PARIZI



Um grupo com foco em moda jeanswear, alta qualidade e criação de novas tendências para todo o Brasil.

VESTIR BEM E COM ESTILO, ESTA É A NOSSA PROPOSTA.

Pioneira no segmento infanto-juvenil fabricamos peças modernas e leves, com acabamento impecável vestindo os pequeninos desde os primeiros passos até a galera Teen.


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Precificação de produtos: como fazer corretamente?

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Ter uma composição de preços correta é fundamental para qualquer tipo de comércio. Saber como aplicar uma boa técnica de precificação de produtos vai fazer toda a diferença na hora de apurar as contas! Se você não sabe ao certo se consegue (ou não) definir bem os valores das suas mercadorias, ou se deseja conferir uma boa forma de calcular estes preços, confira o nosso post de hoje! Qual a importância da precificação de produtos? Saber definir, de uma forma consciente, a maneira como cada um dos seus produtos rentabiliza o seu negócio, é primordial para conseguir traçar boas estratégias de vendas, promoções e manter o caixa positivo. Além disso, a composição de preços traz uma carga muito grande de responsabilidade para cada item vendido quando o assunto é lucratividade. O que deve ser levando em conta?  Confira agora tudo o que precisa ser considerado por você na hora de estabelecer os preços de vendas de seu negócio: Custo do produto Intuitivamente, este é o primeiro aspecto que vem à cabeça de todo comerciante. Nele, estão considerados o valor de compra do produto a ser revendido: é o custo para a mercadoria chegar dentro de seu estoque. Despesas variáveis Para realizar uma venda, existem alguns gastos que variam de acordo com o que se vende e o quanto se vende. Aqui estão os custos com as embalagens, comissões e impostos, por exemplo. Despesa fixas Ao contrário do item anterior, estes custos não variam de acordo com a venda de suas mercadorias. São valores que estão lá para você pagar, vendendo ou não, como o salário do seu pessoal contratado, despesas administrativas, alvará de funcionamento, seguro de incêndio, etc. É tudo que você precisa para manter sua loja aberta, ainda que não realize nenhum faturamento. Margem de lucro Este é o percentual que cada tipo de produto vai trazer para o seu negócio, ou seja, o que realmente fica em seu caixa depois de pagar todas as outras despesas. Fazendo uma analogia com aplicações financeiras, esta é a taxa de retorno (rendimento) que você escolhe como recompensa pelo seu investimento. Posicionamento de mercado Outro fator muito importante na hora da precificação é se atentar para o posicionamento de mercado do negócio. Se o seu forte é competir com grandes marcas da moda — que têm uma média mais alta de preços, foca em clientes  de classes mais altas e novas tendências —, talvez você precise considerar aumentar valores de alguns produtos. Mas não se esqueça: você só pode fazer isso se tiver produtos de qualidade semelhante na vitrine. Do contrário, poderá perder seu cliente habitual. Por outro lado, se você tiver como concorrentes lojas com grande variedade de itens e uma média de preços mais baixa, precisará baixar um pouco a sua margem de lucros e focar em ter um volume de venda maior para conseguir bons rendimentos. E aí, quer saber mais sobre precificação de produtos, dicas de revenda de roupas e outros assuntos como estes? Não perca tempo: siga-nos no Facebook, no Instagram e também no Youtube!

Indicadores de desempenho no varejo: saiba quais são os mais importantes

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“Já conheço o meu mercado, sei o que fazer”: essa é a frase mais repetida entre os gestores de longa data. De fato, a experiência é fundamental durante a tomada de decisão, mas uma gestão pautada apenas na intuição pode ser extremamente arriscada. Experiente ou novato, todo empreendedor precisa de informação de qualidade para fazer boas escolhas. É fundamental monitorar os resultados do negócio para realizar projeções e fazer um planejamento estratégico mais acurado. Para isso, o gestor precisa contar com os indicadores de desempenho. No post de hoje, listamos os 4 indicadores de desempenho no varejo que você precisa acompanhar. Confira!

Ticket médio

Em primeiro lugar, temos o ticket médio, um indicador de desempenho no varejo que pode ser aplicado tanto aos vendedores individualmente considerados, quanto à empresa como um todo. Basicamente, a ideia é descobrir qual é o retorno financeiro que cada negócio fechado traz para o empreendimento. O cálculo, portanto, é simples: pegamos todas as receitas da empresa ou do vendedor e dividimos pelo número de vendas realizadas. Você pode descobrir se um colaborador prefere fazer vendas volumosas, por exemplo, ou se aposta na quantidade de negócios fechados.

Taxa de conversão

Afinal, quantos são os clientes que entram na sua loja ou site e que realmente fecham negócios com você? A taxa de conversão nos ajuda a ter essa resposta. Com ela, você descobre qual é o aproveitamento de vendedores ou da empresa como um todo. O cálculo desse tipo de indicador de desempenho também é muito simples de ser realizado: devemos pegar as vendas em um determinado período e dividir pelo número de oportunidades. Com a métrica, você descobre a rejeição de um vendedor, por exemplo, ou pode começar a diagnosticar os motivos pelos quais os clientes não fecham negócios.

Net Promoter Score

Apesar do nome em inglês, o Net Promoter Score é um indicador bastante simples. A ideia é avaliarmos a satisfação da nossa clientela. Precisamos elaborar um questionário simples, a ser respondido pelo cliente: em uma escala de 0 a 10, qual é a nota que você dá para a nossa empresa? Aqueles que marcarem entre 0 e 6 são os clientes detratores, que não voltariam a fazer negócios com você e ainda podem falar mal da sua empresa. Entre 7 e 8, temos os neutros. Por fim, aqueles que ficarem entre 9 e 10 são os clientes promotores, pois, além de fidelizados, ainda costumam recomendar a sua loja para os conhecidos.

Retorno sobre o investimento

Por fim, ainda temos o retorno sobre o investimento, um indicador de desempenho no varejo que tem como principal objetivo descobrir qual é o retorno financeiro que a empresa tem com determinada aplicação. É uma métrica muito usada no marketing, por exemplo. Se você investe R$ 1.000 em estratégias nessa área e obtém um retorno de R$ 2.000 no investimento feito, seu retorno é de 100%. Sabendo o retorno, você pode descobrir se deve ou não continuar investindo em determinada estratégia. Gostou do nosso post de hoje? Quer dar uma olhadinha no nosso catálogo? Então clique aqui e confira todas as novidades para essa temporada!

Conheça 4 empreendedores que investiram no mercado infantil

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Segundo o Sebrae, em 2013, o mercado infantil movimentava 50 bilhões ao ano. Os motivos são diversos, incluindo o crescente acesso dos pequeninos à tecnologia: a Norton On Line Report apontava que, em 2009, o Brasil era o país onde as crianças passavam mais tempo online. Em 2013, e-commerces de moda infantil movimentavam cerca de 640 milhões, de acordo com a Associação Brasileira de Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), e o segmento representava cerca de 15% do setor de moda. Nesse contexto, surgiram discussões sobre a publicidade infantil, limites para o acesso das crianças à tecnologia e sobre normas de gênero. Daí o despertar de novos negócios, que têm a missão não só de conquistar os ideais dos pais, como também o olhar dos pequenos e a confiança dos órgãos de amparo aos direitos da infância. O amadurecimento dos usuários de tecnologia foi fundamental para que o empreendedorismo digital alcançasse o mercado infantil. Usando dispositivos móveis como aliados no processo educacional, famílias com cada vez menos integrantes tornam-se mais exigentes com o que é oferecido aos seus filhos — e esse padrão se estendeu a outros setores, como a moda Se você está flertando com esse nicho e quer entender qual é a força do mercado infantil no Brasil, confira agora 4 histórias inspiradoras de empreendedores brasileiros que se destacaram ao atenderem os pequeninos!

1. Fabiany Lima (Timokids)

Inspirada pelas experiências com as filhas gêmeas Laís e Lara, Fabiany Lima criou o Timokids, um aplicativo de histórias infantis escritas por ela. Unindo educação e entretenimento, o aplicativo traz jogos e histórias educativas narrados e legendados em vários idiomas. As narrativas pretendem ajudar pais e professores a conversar sobre temas como a sáude, preconceitos, bullying, dentre outros. Os conteúdos são revisados por psicólogos e pedagogos, de forma a garantir mais segurança para os pequeninos.

2. Lila Colzani (Pistol Star)

Lila Colzani é estilista e fundadora da marca Colcci, um dos maiores nomes da moda brasileira nas últimas décadas. Após sair da criação da marca em 2006, mudou-se para São Paulo. Em 2007, após o nascimento do filho Pedro, Lila notou que o mercado infantil estava carente de opções de streetwear pensadas para crianças bem informadas e ativas. Com seu instinto empreendedor, Lila viu no nicho uma excelente oportunidade de mercado, fundando a Pistol Star. A marca traz à tona os valores exigidos pelas novas gerações na educação das crianças, encorajando-as a quebrarem barreiras de gênero e se aventurarem independentemente de serem meninos ou meninas.

3. Luiz Castilho (Leiturinha)

Quando a filha de Luiz Castilho tinha cerca de 10 meses, ele já se preocupava com formas de estimulá-la com livros e músicas infantis. Assim, criou o Leiturinha, um clube de assinatura que entrega livros infantis todo mês. Escolhendo um plano, o assinante tem acesso a um kit personalizado que varia de acordo com a etapa de desenvolvimento da criança, incluindo um livro e dicas para a experiência de leitura em família. Além disso, a startup também disponibiliza livros e vídeos infantis no Leiturinha Digital.

4. Movile (PlayKids)

Criado pela Movile (SP), o PlayKids era, em 2015, o terceiro aplicativo mais rentável da App Store, ultrapassando até mesmo o Candy Crush. O aplicativo possui uma versão gratuita, que oferece vídeos e jogos limitados, e uma assinatura, que traz o conteúdo completo. Nascido em 2013, o PlayKids está disponível em mais de 100 países e já levou a Movile para um escritório no Vale do Silício. Eduardo Lins Henrique, um dos fundadores da Movile, atribui o sucesso à preocupação com o conteúdo, com a experiência para o usuário e, também, com o ato de ouvir os clientes atentamente. Conectadas às novas tecnologias e interagindo com modelos de educação cada vez mais diversificados, as crianças lançam novos desafios e oportunidades para o mercado infantil. Quem oferecer produtos de qualidade, dialogando com as necessidades do seu nicho, se sobressai. Se você conhece uma ideia de negócio no mercado infantil que chamou a sua atenção, compartilhe com a gente aqui nos comentários!